Brincar ao faz de conta

2017-10-31 09.20.58Dia que não é nosso mas que acolhemos porque gostamos de brincar e de nos disfarçar de coisas que não somos. Ela hoje foi uma bruxa improvisada com as coisas que tínhamos cá em casa. Um resto de tule vermelho e um bocado de outro castanho e uma saia branca que já estava a ficar curta e voilá! Sai uma bruxinha toda fofa!!! Ela hoje toda feliz para a escola e eu de coração cheio para o trabalho.

Ontem fizemos bolos de erva doce como é tradição no dia de Todos os Santos e hoje vamos atacar uma abóbora.

 

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Todas estas coisas são válidas, mesmo que não sejam tradições nossas, para passar um bom bocado e partilharmos momentos felizes.

 

 

Fomos à praia.

Comi uma bola de Berlim na praia com o meu marido. Em Portugal ir para a praia e comer bola de Berlim lá no fim de outubro é algo muito fora do normal.
Foi um momento prazeroso não só pelo bolo mas também pelo ambiente em volta.

Areia, mar, sol, calor e a filha a brincar na areia. Foi um domingo bom e fui feliz é o que conta no final estou certa?

Sempre em competição 

Nos dias de hoje tudo parece fazer parte de uma grande competição.

Há vários escalões/categorias para competir. Há a dos desgraçados/coitadinhos: que ou são os que apanharam mais trânsito, ou os que têm os filhos sempre doentes com doenças e complicações mais graves que todas as outras pessoas, ou os que têm sempre um problema mirabolante, ou os que se queixam que têm muitas despesas… outra categoria é a dos fanfarrões: onde os espécimes comparam tudo desde o número horas que foram ao ginásio e a marca do batido que bebem depois, os aceleras que dizem que andam a uma velocidade 30km/h mais rápido do que na realidade andam… e outra categoria que eu coloco à parte são as mães/ pais que acham que os seus filhos são melhores que os dos outros e que  com 2 anos já falam inglês e tocam piano. Há uma competição constante onde a comparação entre os respectivos filhos é obrigatoriamente abordada. Desde as perguntas clássicas do ainda usa chucha, cuja resposta nem lhe interessa, e que serve apenas para dizer que seu rebento deixou de usar chucha numa idade inferior… as pessoas são mesmo chatas com esta coisa do comparar e competir.
Ainda há outra categoria dentro da anterior que é o concurso entre pais, qual a mãe/pai que faz os trabalhos mais bonitos. E aí começa o concurso do melhor de quem é o melhor pai.
A nossa vida não pode ser feita com base em comparações ou competições tolas. Temos que levar a vida sabendo que cada um tem o seu ritmo e procurando atingir os nossos objetivos.
O mais importante é sermos felizes com o que temos hoje.

Sempre em competição

Nos dias de hoje tudo parece fazer parte de uma grande competição.
Há vários escalões/categorias para competir. Há a dos desgraçados/coitadinhos: que ou são os que apanharam mais trânsito, ou os que têm os filhos sempre doentes com doenças e complicações mais graves que todas as outras pessoas, ou os que têm sempre um problema mirabolante, ou os que se queixam que têm muitas despesas… outra categoria é a dos fanfarrões: onde os espécimes comparam tudo desde o número horas que foram ao ginásio e a marca do batido que bebem depois, os aceleras que dizem que andam a uma velocidade 30km/h mais rápido do que na realidade andam… e outra categoria que eu coloco à parte são as mães/ pais que acham que os seus filhos são melhores que os dos outros e que  com 2 anos já falam inglês e tocam piano. Há uma competição constante onde a comparação entre os respectivos filhos é obrigatoriamente abordada. Desde as perguntas clássicas do ainda usa chucha, cuja resposta nem lhe interessa, e que serve apenas para dizer que seu rebento deixou de usar chucha numa idade inferior… as pessoas são mesmo chatas com esta coisa do comparar e competir.

Ainda há outra categoria dentro da anterior que é o concurso entre pais, qual a mãe/pai que faz os trabalhos mais bonitos. E aí começa o concurso do melhor de quem é o melhor pai.

A nossa vida não pode ser feita com base em comparações ou competições tolas. Temos que levar a vida sabendo que cada um tem o seu ritmo e procurando atingir os nossos objetivos.

O mais importante é sermos felizes com o que temos hoje.

Hoje abdiquei de mim

Hoje abdiquei de ir fazer uma coisa que  tanto gosto que é zumba para ficar com ela. Como ontem tive que sair depois do jantar não fui eu que a deitei, como faço nos dias em que não vou para a zumba. 

Hoje senti falta disso do meu momento com ela. Se tivesse mantido a minha agenda ia ser a segunda noite seguida que não ia adormecer.  Como já sabia que quinta-feira e sexta-feira também ia sair depois de lhe dar o jantar nem pensei 2x e coloquei o papel de mãe à frente do de mulher.

Agora estou aqui a pensar se não fui por causa de ti ou por causa de mim. Será que escolhi ficar por era o melhor para ti ou porque se fosse me ia sentir culpada? Culpada por escolher pensar em mim primeiro em vez de ti. 

No fim o mais importante é saber que qualquer que tivesse sido a minha escolha estaria certa porque os papéis não se sobrepõem apenas têm em comum o mesmo sujeito que não tem o dom da omnipresença.