Os meus patinhos

Uma das coisas que me dá mais prazer é ver os meus filhos a brincar. Se brincarem os dois juntos sem choros e gritos pelo meio melhor ainda. Espero pelo dia em que isso aconteça, por agora é vou gerindo como posso toda esta dinâmica.

Foi bom…

Mas está na hora de voltar à realidade.

Que também é muito bom.

E ter momentos destes só depende de nós e da nossa vontade de fugir da rotina.

Como é pai alinhas nas minhas aventuras?

Vamos fugir mais vezes?

Temos é que levar as crianças. 😁

E vocês?

De férias e a aproveitar o tempo disponível para mimar a minha filha que mostra cada vez mais que precisa de mim e da minha atenção.

Ser mãe de dois tem destas coisas…

Nem sempre consigo estar presente para ela.

Se me sinto culpada com isso?

Às vezes sim.

E vocês?

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Primeiro aniversário

Passou um ano desde do dia em que te tive nos braços pela primeira vez.

Lembro-me (e lembrarei sempre) como foi atribulado o teu nascimento. Lembro-me (e lembrei sempre) como respirei de alívio quando finalmente te vi. Lembro-me (e lembrarei sempre) a cara de aflição do teu pai ao ver todo aquele aparato. Lembro (e lembrarei sempre) o ar embevecido do teu pai quando te pegou ao colo pela primeira vez. Sabes uma coisa Pedro era igualzinho ao que ele fez quando pegou na tua irmã pela primeira vez.

Só tive noção de como as coisas tinham corrido bem (e de como podiam ter corrido mal) quando estive contigo sozinha aquelas 3 horas no recobro.

Aí chorei… De alívio… E dei (e dou todos os dias) graças a Deus por estar ao meu e ao teu lado naquele dia.

Nunca vou esquecer (e vou contar-te quando entenderes) como foi a reação da tua irmã quando te viu pela primeira vez. Vou contar-te como ela cantou para ti enquanto te segurava no colo e como eu chorei baba e ranho ao vos ver os dois juntos.

Hoje tu és o meu mundo não azul como eu achava mas de todas as cores porque tu trouxeste muito colorido á minha vida.

A tua gargalhada fácil e o sorriso aberto são tudo o que eu preciso para me sentir a mãe mais sortuda do mundo.

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Panda style ou como quem diz: ao nosso style!

Depois de duas noites sem o meu o meu bebê adormece-lo no colo é a melhor coisa que eu poderia fazer hoje.

Pedro dormiu na casa da avó porque no domingo fomos festival Panda e tendo em conta a idade do Pedro e o calor que ele poderia apanhar a melhor opção foi deixá-lo com os avós.

Quem é que ganhou com esta escolha foi a Madalena que teve os pais só para ela.

Dia foi passado na companhia dos primos. Foi bem recheado de sorrisos de bons momentos que ficaram de certeza na memória de todos nós. O primo Rafinha passou a adorar os insufláveis e a Madalena finalmente abraçou um dos bonecos – o DJ Riscas.

Todos os anos tentamos que ela vá para perto dos bonecos mas ela foge deles como o diabo foge da cruz. Se eles estiverem longe no palco a dançar para ela tudo bem. Agora ir lá para o lado deles nem pensar. Para mim é só vantagens porque graças a isto não estou em filas enormes para depois ter 1 min para tirar a foto com o Ruca ou outro boneco qualquer.

Bem sei que há muitas pessoas que criticam o festival Panda e não querem levar lá os filhos porque é uma grande confusão. Quando vejo posts no Facebook do festival muitos são a criticar o muito tempo que se passa nas filas.

Nós adotamos uma posição muito descontraída não estamos em filas para dar abracinhos ou tirar fotos com os bonecos que estão lá.

Que se pensarmos bem só podem ter filas enormes porque os bonecos são só um de cada e os miúdos são às centenas.

Evitamos tudo o que é filas para oferecer brindes porque depois vamos trazer coisas para casa que nunca vamos usar que só servem para acumular num canto e mais dia menos dia vão parar ao lixo.

Optamos por ir com eles para os divertimentos que eles mais gostam os insufláveis piscina de bolas e lá está o ponto alto do dia é o espetáculo e o aparecer do ídolo eles: o Panda.

Este ano a configuração do palco era diferente e nós ficamos logo lado da passadeira que permite que os bonecos ficassem mais próximo das crianças. Os miúdos deliraram ao verem o Panda a dançar ali mesmo ao lado. E as mães também temos que confessar não é comadre? Os pais também tiveram o seu momento de felicidade porque o local escolhido para ficarmos dava-lhes uma perspectiva muito interessante do espetáculo e das pernas da apresentadora e das bailarinas.

Mas o momento alto foi aquele em que o Panda saltou do palco e veio abraçar os meninos e dar cinco (quer dizer quatro que o Panda não tem 5 dedos). As nossas duas crianças foram as felizes contempladas com abracinhos e hi-five.

Os compadres.ate beberam uma, vá duas, fesquinhas para celebrar. Porque festival que é festival tem que meter imperial.

A nós compadre! Para o ano há mais!

Já valeu a pena só por isso ver a felicidade no rosto daqueles meninos não tem preço e é inesquecível.

A ressaca do espetáculo resultou para mim em 3 dias de febre e dores de garganta.

Mãe sofre… E não é com o festival do Panda.