Eu

Eu pelos olhos/mãos da minha filha.

Enquanto eu mudava a roupa toda ao Pedro ali mesmo dentro do carrinho porque o xixi transbordou (lá se foi o look giro da festa) , ela resolveu usar o meu tlm e tirar selfies e no meio delas estava esta.

Estou feliz, mesmo tendo de mudar o puto dos pés à cabeça no meio de uma festa dentro do carrinho e de muita confusão. Mesmo com a minha filha a moer-me a cabeça porque queria voltar para casa pois já antevia os tão temidos foguetes.
Mesmo o meu marido tendo saído só para ir ao carro e nunca mais voltar.

Na verdade o que eu quero dizer é não estou feliz eu SOU feliz.

Porque tenho a graça de passar por estas coisas todas… Porque tenho dois filhos (que às vezes me fazem perder a cabeça) e um marido (que às vezes também me faz perder a cabeça). Porque tenho a MINHA família que é o meu tesouro.

Obrigada Senhor por tudo o que me concedes. A única coisa que te peço é saúde para cuidar destes 3 pestinhas.

#trapices #vidademae #maededois #familyfirst

Feliz Caminhar…

Nunca escondi a minha fé e aproveito todos os motivos para dizer que sou Catequista.

Faz dois anos meti-me numa aventura, se assim o posso dizer,  fazer o curso geral de catequistas. Para quem não sabe no que consta são 3 anos de formação, 2 dedicados à teoria onde aprofundei os conhecimentos relacionados com a Doutrina, Catequética, Pedagogia e Psicologia e um ano dedicado à prática.

Fui convidada pelo Pe. Rui Gouveia a escrever para o jornal da diocese de Setúbal (estou mesmo importante) e as minhas palavras foram as seguintes:

Sou catequista na paróquia de Nossa Senhora do Livramento – Sobreda há cerca de 20 anos. Ao longo destes anos procurei fazer formações e até já tinha feito o curso de iniciação para conseguir estar preparada para dar catequese. O CGC surpreendeu-me porque mesmo antes de estar terminado, já conseguiu abrir caminhos e a fornecer-me ferramentas importantes para dar catequeses melhores.

Dois anos, parece muito tempo, mas passou num instante e aquelas horas que passámos todos juntos serviram para nos enriquecer como catequistas e como cristãos. O papel do catequista e objetivo da catequese é colocar o catequisando em comunhão com Jesus. O catequista precisa de todos os recursos e ferramentas que o CGC lhe dá, mas, mais importante que isso ele tem que os viver no seu dia-a-dia.

A catequese não pode ser feita de discursos sobre teorias, que podem ser interessantes ou não, mas sim da mensagem de Jesus Cristo feita na nossa vida. E é porque acredito e amo a Jesus Cristo que quero cada vez mais conhecê-lo e dá-lo a conhecer aos outros. A partilha de experiências, o convívio e os momentos de oração e celebração entre os catequistas das diferentes paróquias e os diversos formadores, do meu ponto de vista, ajudou-nos a crescer não só como catequistas, mas também como cristãos. “

E porque estou hoje a escrever sobre isto?

Porque hoje é o arranque oficial do terceiro ano e eu estou num misto de medo e ansiedade, parece parvo para o comum dos mortais, mas esta sensação de estar a ser avaliada sempre mexeu com o meu sistema nervoso.

Mas querem saber, basta-me pensar que me propus a caminhar 20 Km a pé a caminho do Santuário de Fátima sem ter feito qualquer preparação física e a coisa correu MUITO BEM. A caminhada é dura, o dia seguinte custou a andar, mas a recompensa não tem medida. Assim será com o ano de estágio do Curso Geral de Catequese.

Uma caminhada que só me trará coisas boas. 

 

 

 

E vocês?

De férias e a aproveitar o tempo disponível para mimar a minha filha que mostra cada vez mais que precisa de mim e da minha atenção.

Ser mãe de dois tem destas coisas…

Nem sempre consigo estar presente para ela.

Se me sinto culpada com isso?

Às vezes sim.

E vocês?

#trapices #vidademae #maededois

Primeiro aniversário

Passou um ano desde do dia em que te tive nos braços pela primeira vez.

Lembro-me (e lembrarei sempre) como foi atribulado o teu nascimento. Lembro-me (e lembrei sempre) como respirei de alívio quando finalmente te vi. Lembro-me (e lembrarei sempre) a cara de aflição do teu pai ao ver todo aquele aparato. Lembro (e lembrarei sempre) o ar embevecido do teu pai quando te pegou ao colo pela primeira vez. Sabes uma coisa Pedro era igualzinho ao que ele fez quando pegou na tua irmã pela primeira vez.

Só tive noção de como as coisas tinham corrido bem (e de como podiam ter corrido mal) quando estive contigo sozinha aquelas 3 horas no recobro.

Aí chorei… De alívio… E dei (e dou todos os dias) graças a Deus por estar ao meu e ao teu lado naquele dia.

Nunca vou esquecer (e vou contar-te quando entenderes) como foi a reação da tua irmã quando te viu pela primeira vez. Vou contar-te como ela cantou para ti enquanto te segurava no colo e como eu chorei baba e ranho ao vos ver os dois juntos.

Hoje tu és o meu mundo não azul como eu achava mas de todas as cores porque tu trouxeste muito colorido á minha vida.

A tua gargalhada fácil e o sorriso aberto são tudo o que eu preciso para me sentir a mãe mais sortuda do mundo.

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É para o menino e para menina

Estes são dois dos brinquedos do Pedro preferidos quando está na cadeira da papa.

Um herdado da irmã, outro que ganhou de presente de Natal.

Não será difícil descobrir qual é qual.

Espero que a convivência com a irmã e da irmã com ele ajude a quebrar aquela ideia que os meninos não brincam com bonecas e que as meninas não jogam á bola.

Cá em casa cada um brinca com aquilo que bem entender. Desde que não seja com as facas da cozinha tudo é válido.

Está em nós pais mudar esta ideia velha que existem brinquedos para menina e brinquedos para menino.

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