Chegaram as férias (dela)

As férias chegaram e a mãe não tem backup plan que é como quem diz: os avós estão longe.

Ela tem de ir para o trabalho comigo.

Por incrível que pareça ela porta-se muito bem.

Diga-se de passagem que o Netflix tem sido a sua companhia enquanto eu ando pelo laboratório a fazer as minhas coisas.

Anda feliz da vida porque tem a mãe só para ela.

Já comeu pizza no myspot, já comeu cachorrona tia…

E hoje dez minutos depois de almoçar já estava a perguntar onde íamos almoçar amanhã.

Da minha horta

Qualquer dia posso mandar os meus legumes para o Guiness.

Está publicação serve para comprovar quem tem 🍅🍅 cá em casa e que são grandes e de boa qualidade.


Já agora aproveito para partilhar convosco uma piadola que o meu filho faz.

O que diz o tomate para a tomata?
Tu matas-me!

Adeus e boa noite 😁

Voltei

Já nem lembrava o quanto gostava de fazer isto.

Entre confinamentos, estadias em casa com crianças, tempo dedicado apenas à escrita acabei por passar pouco tempo no laboratório durante o último ano e meio.

É ali que eu também estou feliz.

Hoje estou podre mas satisfeita por poder estar novamente a fazer perguntas e propor respostas.

PS: escrever em tampas de eppendorfs não é mesmo a minha cena!

Amor

Quando estás no lodo e te sentes uma m….

Quando tens um dia de m….

Quando a semana está a ser uma valente m….

Quando só não choras porque estás sozinha com os miúdos.

Abres um caderno para trabalhar e dás com um desenho e uma mensagem da tua filha que te faz esboçar um sorriso.

Pode ser uma ilustração

Não resolveu os meus problemas, mas fez-me pensar que não posso desistir nem entregar-me à tristeza porque tenho o melhor do mundo: AMOR!

Entrei em pânico

Há lá melhor injeção de adrenalina que descobrir um dos pneus furado quando tens que ir buscar os teus filhos à escola e faltam 10 min para eles saírem?

Pois é… Pneu mudado em 20 min isto depois de um ataque de pânico e choro à mistura. Isto de não ter rede segurança e uma equipa de backup para estas situações é f@##_.

Não consigo explicar o desespero que senti quando comecei a tentar tirar os parafusos e aquilo não cedia. Imaginei que ia demorar montes de tempo e pedir socorro ao pai das crianças não ia adiantar as porque ele iria demorar.

Entrei em pânico, confesso. Mas nada como uma chamada para o meu pai para me trazer às realidade e eu ser capaz de resolver o problema.

Quando acabei e me sentei no carro para ir buscar os meninos senti uma descarga de adrenalina tal que tremia por todos os lados.



Hoje até dei gracas a Deus ter de usar máscara porque me deu tempo para me recompor e esconder a cara de choro quando fui buscar a miúda.

Dois minutos depois de a ter comigo tudo desapareceu e voltei à minha bolha de amor .