A palavra que eu escolhi para o dia de hoje é relax. 😂
Não sei onde é que eu estava com a cabeça quando achei que ia ter um momento de relax com dois meninos cheios de energia.🤷
Na verdade até tive um tempinho para relaxar, foi durante o banho depois de deitar os diabretes.
Há momentos em que eu penso que os dias passam muito rápido e que parece que já estou novamente a acordar para dar início a mais um dia de luta. 2020 é um ano estranho é certo mas eu tenho cá para mim que esta sensação de vida a correr mais rápido que eu não está relacionada com covides e afins.
Se vocês soubessem a choradeira que deu este quadrado.
Tive a (in)feliz ideia de meter o Pedro a brincar com uns carimbos, que temos cá em casa, enquanto a Madalena fazia o trabalho de casa.
Assim que acabou o que tinha para fazer e não demorou muito para que ela também estivesse a brincar com isto. Como seria de esperar ficaram com as mãos todas sujas, o Pedro até na cara tinha tinta coitado.
Foi só eu anunciar que ia acabar com a festa deles para começar uma sessão (dupla) de choro.
Custou-me muito mas tinha que ser, nunca na vida os os deixar sozinhos a brincar com aquilo, mas tinha que ir fazer o jantar.
Esta logística de fazer os trabalhos com um enquanto “controlo” o outro é complicada e nem falemos do filme que é fazer o jantar para todos estando sozinha com os dois em casa.
O desafio fotográfico #traphoto do mês de Setembro foi cumprido quase na totalidade. Houve apenas um dia, dia 23, em que eu não consegui partilhar a foto associada à palavra do dia. Nesse dia fui engolida pelas coisas que tinha para fazer enquanto mãe e por isso não houve foto. O final do dia foi muito complicado, e quando os dias são assim é que se torna muito importante nós mães e mulheres termos aquelas horas só nossas onde tiramos tempo para respirar fundo. É certo que não o conseguimos fazer todos os dias. Isso sim era o sonho de qualquer mãe. Uma hora por dia para si sem ter que se preocupar com nada. Eles os nossos filhos são as estrelas da nossa vida, e quando eu olho para trás não mudava um ponto daquilo que tenho vivido. O caminho faz-se caminhando e eu estou sempre preparada para andar.
Fazer este desafio fotográfico está a dar-me um gozo enorme a fazer, e por mais que eu gostasse que vocês alinhassem nele e também o fizessem, este desafio foi criado para mim e é algo que eu faço por mim e que me ajuda a organizar a cabeça e a abrir o coração.
Para aqueles que ainda não sabem em que consiste este desafio ele é muito simples, ou seja eu disponibilizo para cada mês uma lista de palavras uma para cada dia, como por exemplo: doce, manhã, azul… e tendo como inspiração essa palavra tiro uma foto e partilho no instagram ou Facebook usando a hashtag correspondente à palavra do dia. Se estiveres disposto a participar também neste desafio terás que me identificar na fotografia, que podes partilhar no facebook ou no instagram, usando @trapiceslife para que eu saiba que estás a participar no desafio.
Além desta imagem que podem guardar no telefone e consultar para saber qual é a palavra do dia, eu criei um calendário no google que podem usar para vos ajudar a lembrar a palavra (é só carregar no link e adicionarem este calendário ao vosso). Eu uso esta ajuda e é graças a ela que eu consigo cumprir o desafio a que me propus. O que acontece é o seguinte, quando eu de manhã vou ver quais são as coisas que tenho marcadas para o dia lá está a palavra do desafio e sempre em frente aos meus olhos.
Já começaram os tão temidos trabalhos de casa. Deste fim de semana ela tinha 3 folhas para fazer mas nada que ela não tivesse despachado com maestria. Hoje veio mais uma folha, nada de muito demorado, mas a felicidade de ter trabalhos para fazer diminuiu assim que começou a fazer a letra i.
Lá fez tudo, mas como a pressa para ir ver os desenhos animados era muita, a pintura da pobre da iguana ficou um bocado aldrabada. Mas está tudo bem!
Fiquei com uma dúvida existencial. É suposto eu “corrigir” os trabalhos de casa ou deixo ir para a escola tal e qual como ela fez?
Se por um lado ao “corrigir” a estou a ensinar, se não o fizer a professora vai ter a perfeita noção daquilo que ela já sabe e do não sabe e dessa forma saberá o que terá que “aprofundar”. Mas se pensarmos bem a professora tem 23 crianças na sala não terá certamente muito tempo para dedicar a cada um individualmente.
E por isso mesmo vou continuar a ajudar a minha filha para que ela consiga acompanhar os outros meninos. Isto digo eu que sou só uma mãe que também se sente como se tivesse acabado de entrar para a primeira classe.
Her homework. Oh gosh she is getting bigger each day.