Se ela está feliz eu também estou

Hoje foi o tão esperado musical do Panda e os Caricas, valeu cada centimo que paguei pelos bilhetes. O espetáculo está bem organizado e contam sempre uma história onde conseguem inserir as músicas que os mais pequenos gostam. Os pais também gostam (pelo menos os dois cá de casa e os dois que foram connosco) e cantam todas as músicas do princípio ao fim. Eu fico tão feliz ao vê-la a cantar e a dançar aos pulos no pequeno espaço que lhe é reservado.

Ficamos na bancada e acho que muito bem colocados, porque a plateia mesmo estando mais próximo do palco os miúdos não veem nada e por isso passam o tempo todo em pé nas cadeiras. O espetáculo foi no campo pequeno que acho que tem este nome devido ao tamanho reduzido para colocar as pernas quando estamos sentados. Eu que tenho 1.80m fico com os joelhos a bater na cabeça da pessoa da fila inferior. Oh senhores Caricas quando é que passam a fazer o espetáculo no altisse arena (o antigo Meo arena) para termos mais espaço. De certeza que iam encher aquilo, se o Carreira consegue, para o Panda será canja!

Foi um dia cheio de emoções que começou em sobressalto porque aquí a mãe já ia atravessar a ponte quando se lembrou que não tinha os bilhetes com ela. Valeu-nos o fato de irmos com muito tempo de antecedência. Andamos com o carro dentro de um elevador e ainda andamos de metro. O dia foi tão cheio que os mais pequenos foram vencidos pelo sono e o tempo de passeio na wonderland foi transformado num bom bocado de conversa sentados a apanhar solinho com os meninos a dormir no colo doce da mãe!

Ps: ainda tenho que vos contar como foi a festa de Natal da escola da Madalena.

Estes brindes são para o pai!

2017-12-14 11.36.23.jpgNão é segredo para ninguém que o meu Marido é um “bocadinho” fã do StarWars. E a fama dele é tão grande que o Continente decidiu fazer uma campanha a pensar só nele (e em todos os maluquinhos que há pelo país fora).  E oferece a cada 20€ de compras uma saqueta de cartas do StarWars (que penso que são para fazer um jogo) e que trás também um selo para colocar numa caderneta. Ao fim de 20 selos dão-nos a fantástica oportunidade (imaginem-me a dizer isto num tom irónico) de comprar por 2,99€ uma almofada com um dos personagens da série.

 

Como a fama do meu marido me persegue uma das minhas colegas de trabalho trouxe-me uma série de saquetas das ditas cartas. Na verdade já existe outra amiga nossa que está a guardar as cartas para o Mário. Sei perfeitamente que ele vai ficar todo satisfeito por ter mais umas cartinhas, mas acho que fica ainda mas feliz por saber que está agora mais próximo de “ganhar” uma almofada (que até são bem giras, mas vocês não ouviram nada). O mais complicado vai ser resolver as birras entre pai e filha quando ambos quiserem brincar com as cartinhas e/ou com a almofada!!!

 

Hoje à noite somos só as duas

Hoje somos só as duas porque o pai foi ver o novo filme da saga do Starwars que estreia hoje. O homem comprou o bilhete à meses para garantir que conseguia ver o filme sem spoilers, coisa que ele abomina. Como a Madalena ainda é pequena não pode acompanhar nestas idas ao cinema optei por ficar com ela (na verdade não optei, não a podia deixar sozinha em casa com o cão).

Como o pai não está estamos as duas enroscadas na cama dela a ver desenhos animados do canal preferido do momento o NickJR. Os desenhos são mesmo bons e adaptados à faixa etária em que ela está e quase todos, senão todos ensinam. Lembro-me do Blaze que ensina conceitos relacionados com ciência e outro cujo nome não me lembra ensina palavras em inglês.

São estes momentos que me dão a certeza absoluta que eu nasci para ser mãe da Madalena.

Raio das máquinas

Eu e os aparelhos electrónicos não nos damos bem. Eu acabo sempre por encravar tudo o que é computador, telemóvel e tablets…

Muitas vezes tenho vontade de os atirar pela janela ou pisá-los até estarem em mil bocados. Hoje é um desses dias!

Nunca desistir!

“ Nascer é o ato mais difícil que fazemos na vida. É muito mais difícil que morrer por isso nascemos de punhos cerrados e morremos de mãos abertas.
Nascer é passar por um canal apertado, fazendo um esforço e varias manobras para o conseguir, é deixar de estar na água, começar a respirar, ser pegado, esticado, limpo, é deixar de ter comida e quentinho 24h, é começar a ouvir muito mais barulho, ter frio e uma luz que nos encadeia.

Nascer é provavelmente o maior trauma pelo qual passamos mas não temos memória disso.”
Laura Gutman

Por isto e muito mais cabe a cada um de nós lutar por aquilo que queremos e nunca desistir, descansar sim mas não desistir!

Obrigada Mafalda pelo texto da Laura.