A hora de dizer adeus às fraldas

Há muito tempo que a Madalena não usa fraldas. Era algo que eu gostaria de dizer, mas ainda temos que as usar os dormir e para fazer cocó. Se a primeira situação não me faz qualquer confusão a segunda já me está a deixar algo preocupada. O que se passa é o seguinte, a minha princesa só aceita fazer cocó se for na fralda. Não posso negar-lhe a fralda porque ela prefere não fazer do que ir ao bacio ou à sanita. Chega a ficar mais 24h sem fazer se eu lhe negar a fralda. Na escola não faz, e nem se atreve a pedir a fralda. Já fiz promessas de prendas e o diabo a sete, mas não. Nada funcionou.

Agora parece-me que estamos a começar a entrar no caminho certo já tivemos umas 3 vezes cocó na sanita mesmo que isso tenha implicado depois fazer o resto na fralda ou nas cuecas. Hoje tivemos mais uma vitória, um valente cocó na sanita enquanto líamos a história do Pooh.

Truque? Não sei… simplesmente deixei de me stressar com isso, quando for será.

Menina da cidade vai ao Campo

Este fim de semana fomos celebrar o aniversário do avô José. Para a Madalena é sempre uma animação quando vai a casa dos avós, e isso envolver ida às galinhas e passeio pela horta melhor ainda.

 

Ela é feliz e eu? Eu sou mais feliz ainda!

Sou mãe só isso…

Faz muito tempo que não escrevo por estas bandas. A vida não me tem sido meiga, trabalho, filha doente, afazeres normais da casa que acumulam, comida que já escasseia no armário e no frigorífico… e sabe-se lá mais o quê.

Com tanta coisa pelo caminho acabo por ceder à pressão e os que me estão mais próximos levam com os estilhaços. Muitas vezes rebento mesmo como se fosse uma bomba, basta um pequeno toque e bum! A convivência com o marido sofre e muitas vezes parecemos 2 telemóveis sem rede durante uma chamada e a conversa perde-se e não flui, não é harmoniosa e prazerosa como devia ser. Muitas vezes até dou por mim a pensar que sinto falta de quando éramos namorados, não sei bem do quê em particular mas de vez em quando fico nostálgica. A filha tem também sofrido com o meu stress e a minha falta de tempo e organização. Passo menos tempo com ela e tenho menos vontade de brincar com as bonecas porque me sinto exausta. A vida de crescido é uma treta.

Mas nada acontece por acaso e nada dura eternamente… O trabalho abrandou, a casa voltou à desorganização normal e eu disse para mim mesma acabou! Não vale a pena andar com stress e a correr por coisas que não são o essencial na minha vida. Estou mais concentrada em mim e em estar com a minha filha e com o meu marido. O tempo e as ansiedades têm sido geridos de outra forma.

Mesmo com toda a confusão do mês de fevereiro tivemos os nossos momentos de família e tempo dedicado só a nós. Cinema, parque alimentar os patos e pombos e um belo festejo de carnaval.

Valor acrescentado

Tenho passado mais tempo com a minha filha, infelizmente não pelos melhores motivos. Tem andado doente desde meados de Janeiro que temos tido sessões de on/off de febre, ranho (de todas as cores possíveis), tosse, nariz entupido, otite, faringite e para acabar uma sessão de borbulhas nos membros e pescoço. Valeu-nos os avós que ficaram com ela estes dias todos e que cuidaram dela com direito a tudo o que é mimo.

Perante este cenário conjugado com trabalho aos potes e em cima da hora e com prazos apertados a minha vida tem sido uma confusão. Fazer compras (daquelas que fazem mesmo falta como comida e afins) ficou para segundo plano, arrumações e limpezas o mesmo, cozinhar e planear o que comer de um dia para o outro esqueçam! Não me consegui organizar por nada. Mais uma vez valeu-me a minha mãe que fez comida para todos MUITAS vezes nestes últimos dias/semanas.

Parece-me que está a chegar à bonança pois as maleitas da Madalena estão a acalmar e ela em breve voltará para a escola com a sua rotina diária, o trabalho apesar de não diminuir está organizado de outra forma e por enquanto sei o que tenho o que fazer e sem prazos apertados. E com isto espero conseguir voltar também às minhas rotinas.

Hoje depois do almoço aproveitando o sol e a boa disposição da Madalena fizemos uma caminhada aqui mesmo pelo bairro ao lado do dos meus pais. Coisa simples, mas para ela e para mim valeu muito, tivemos a hipótese de estar em contacto com a natureza e eu até me lembrei de como fui feliz a fazer exactamente o mesmo com a minha mãe.

A avó mostrou-lhe uma brincadeira que fazíamos quando eu era pequena. Antes de abrir as papoilas descobrir a cor delas… era vê-la toda feliz a cada uma que abria. Apanhou muitas flores, que depois a avó teve que meter numa jarra porque :”são tãooooo lindas avó!”

Ai as fotografias

2018-01-25 18.23.39

Adoro fotos, álbuns, quadros e molduras com fotos. Adoro também tirar fotografias, não sou muito prendada, mas desde que a modelo principal é a Madalena é difícil errar. Isto e muito bom e muito bonito, mas também e muito mau porque acabo com CENTENAS de fotos no meu computador e no meu telemóvel, que ocupam montes de espaço. Não consigo apagar muitas fotos do meu telemóvel de seguida pois parece que estou a apagar pedaços de história. Eu sei é só parvo! Uma forma que eu tenho de contornar isto é imprimir as fotos e colocá-las em álbuns.

Isto era tudo muito bonito e muito fácil quando se tratavam apenas de fotos minhas e do Mário, mas a música é outra desde que a Madalena nasceu. Tenho para o primeiro ano dela 2 ou 3 álbuns de 300 fotos, com muitas fotos que são apenas pequenas variações umas das outras mas não consegui escolher menos. À medida que ela foi crescendo e a era das fotos do telemóvel veio substituir o uso da máquina também diminuiu o numero de fotos impressas e guardadas em álbuns. Na verdade ainda tenho MUITAS para imprimir e outras tantas para arrumar, mas o desejo de congelar momentos para a eternidade em fotografia não diminui.