Celebrar

Este fim de semana foi tempo de celebração. As crianças a quem dou catequese à 4 anos fizeram a sua Celebração da Palavra. Hoje 22 crianças receberam das mãos do Sacerdote o instrumento de trabalho do cristão.

Estou orgulhosa deles. É tão bom ver os meus meninos a crescer não só em altura mas também na fé. Estes dias de festa em que eu estou também no foco da atenção , são sempre cheios de nervoso daqueles miudinho. Mas que no fim me deixam de coração cheio.

Sei que eles gostam de mim, porque todos vieram dar um beijinho antes de fugirem para casa com o seu tesouro. Mas o mais importante é saber que quanto mais dou mais recebo.

E acho que estou a cumprir aquilo que tu me pediste: ” amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Eu gosto de dançar…

E ela também!

Os nossos dias são regados em doses generosas com música. Muita música, escolhida por ela, por mim e até por ele.

Fazemos festas! Dançamos e somos felizes!

E vocês já dançaram hoje?

 

Mais uma fã de trabalhos manuais

A madalena sempre gostou de fitas, fios, panos e papéis… é capaz de brincar um dia inteiro, e às vezes ainda brinca nos dias seguintes também, com uma fita de cetim ou um pedaço de tecido que sobrou de algo. Na casa da minha mãe há sempre alguma coisa deste género disponível para a Madalena brincar. Últimamente tem brincado com uns novelos de trapilho que a avó tem para fazer tapetes. A Madalena rouba os novelos e com eles faz uma teia enorme em volta das cadeiras da sala para “prender” o avô para ele não fugir. Muitas vezes acaba mesmo por conseguir porque para ele conseguir sair do lugar onde está tem que desfazer a teia da “aranhinha”. Com tanta brincadeira com fios já consegue dar nós e tudo, e quando não os aperta muito até já os consegue desfazer sozinha. Eu sei é uma coisa pequena e simples para mim a sua mãe babada é como se ela tivesse subido o monte Everest ou ganho uma grande competição.

No fim de semana compramos lã para a avó fazer uma camisola para a Madalena. Até aqui tudo normal. Hoje a Madalena resolveu melgar a avó enquanto ela fazia o seu tricô. Conclusão a avó acabou por lhe dar as agulhas e a Madalena fez uma camisola.

Na verdade não fez mas ficou tão feliz como se a tivesse feito. É tão simples fazer uma criança feliz e ao mesmo tempo criar boas memórias. Um dia ela poderá dizer eu fiz uma camisola com a minha avó.

Os trabalhos de casa

Há quem os ache uma tolice quando se tratam de crianças pequenas como a Madalena. Eu gosto de fazer coisas com ela que depois ela leva para a escola toda feliz.

Este mundo dos trabalhoso dos trabalhos de casa tem muito que se lhe diga. Existe toda uma competição entre as mães. Não importa se a criança participou ou não desde que o trabalho dela seja o mais bonito. Se envolver algum tipo de concurso ou votação aí torna-se difícil qualquer mãe não querer entrar na competição.

Na escola da Madalena, ai de mim se chamo creche à escola quando ela está a ouvir a creche era a outra, não me pediram trabalhos de casa até agora. Estava a estranhar não aparecer nada. Apenas houve um pedido de uma foto da família. É agora o pedido de um presépio que seja uma verdadeira obra de arte.

Na creche onde a Madalena estava antes, por esta altura já tínhamos feitos vários trabalhos, lembro-me de um do Halloween era uma aranha e um do dia do pijama onde tínhamos um pijama para devorar. Como é óbvio a aranha era uma aranha menina e o pijama era cor-de-rosa e cheio de lantejolas.

Ao entrar no corredor que dava acesso às salas na creche mergulhava no mundo deles. Via os trabalhos a aparecer e depois a desaparecer para dar lugar a outros novos. Gostava de ver não só os da minha filha como os dos outros meninos. Havia uma enorme diversidade de trabalhos com formas diferentes de trabalhar para o mesmo tema. Eu também tinha a minha vida regrada pelos acontecimentos especiais da escola. chegada do outono, a semana do animal, o dia do pijama em que toda a creche ficou invadida de fadas (história do ano passado era sobre a fada que partiu a asa), a chegada do advento e a passagem dos vários sábados. Era feliz e não sabia!

Conclusão tenho um “concurso de mães” com dia 27 como data limite de entrega. É agora ando aqui às voltas porque quero fazer algo que permita a Madalena participar que no fundo é o mais importante.

Adoro música por isto

Hoje quanto ia do trabalho para a creche da Madalena passou na Rádio Comercial, rádio oficial do meu carro quando não tenho que ouvir o Panda e os Caricas, a música dos Maroon 5 “She will be loved”. Os meus pensamentos voaram para 2010, ano em que o Mário me pediu em casamento. Comprou um anel e tudo, não me servia mas isso não importa nada, mandou-se alargar e ainda o uso em ocasiões especiais. Esta música faz-me sempre voltar aqueles dias mágicos em que planeava os detalhes do casamento.

Faz agora 7 anos que fui escolher o vestido. Foi amor à primeira vista, vesti mais 2, mas eu já sabia que era aquele que ia ser o meu. Lembro-me que quando o vesti e saí do provador olhei para a rua e começou a chover isto num dia lindo de sol. A senhora do atelier disse que como tinha começado a chover era sinal que estava abençoada a minha escolha. Da parte da minha mãe não houve reacção histérica como acontece naquele programa do TLC. Adorava ver e ainda adoro ver o “say yes to the dress”. Na verdade se a minha mãe tivesse uma reacção dessas eu ia desconfiar que não era ela que estava ali. Eu também não chorei ao ver o vestido como costumava ouvir das noivas. Mas quando olhámos uma para a outra ambas sabíamos que era aquele o vestido ideal para mim.

Confesso que de vez em quando tenho vontade de o voltar a vestir e repetir a festa toda. Não mudava nada, excepto o tamanho da minha franja que me incomodou o dia todo.

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Às vezes eu costumo dizer em tom de brincadeira que a festa do casamento devia durar 3 dias e que quando fizer 10 anos de casada volto a vestir o meu vestido de princesa (como a Madalena diz). Cada vez tenho mais vontade de o fazer. Quem sabe daqui a uns anos estou aqui a escrever sobre isso.

 

Como tanto para mim como para ele esta música nos tocava e porque fazia parte da nossa história escolhe-mo-la para a entrada no salão do banquete no dia do casamento.

 

Adoro esta música porque é o melhor modo de reviver estes bons momentos. Incrível como 4:28 min me fizeram lembrar de um os dias mais felizes da minha vida.