Panda style ou como quem diz: ao nosso style!

Depois de duas noites sem o meu o meu bebê adormece-lo no colo é a melhor coisa que eu poderia fazer hoje.

Pedro dormiu na casa da avó porque no domingo fomos festival Panda e tendo em conta a idade do Pedro e o calor que ele poderia apanhar a melhor opção foi deixá-lo com os avós.

Quem é que ganhou com esta escolha foi a Madalena que teve os pais só para ela.

Dia foi passado na companhia dos primos. Foi bem recheado de sorrisos de bons momentos que ficaram de certeza na memória de todos nós. O primo Rafinha passou a adorar os insufláveis e a Madalena finalmente abraçou um dos bonecos – o DJ Riscas.

Todos os anos tentamos que ela vá para perto dos bonecos mas ela foge deles como o diabo foge da cruz. Se eles estiverem longe no palco a dançar para ela tudo bem. Agora ir lá para o lado deles nem pensar. Para mim é só vantagens porque graças a isto não estou em filas enormes para depois ter 1 min para tirar a foto com o Ruca ou outro boneco qualquer.

Bem sei que há muitas pessoas que criticam o festival Panda e não querem levar lá os filhos porque é uma grande confusão. Quando vejo posts no Facebook do festival muitos são a criticar o muito tempo que se passa nas filas.

Nós adotamos uma posição muito descontraída não estamos em filas para dar abracinhos ou tirar fotos com os bonecos que estão lá.

Que se pensarmos bem só podem ter filas enormes porque os bonecos são só um de cada e os miúdos são às centenas.

Evitamos tudo o que é filas para oferecer brindes porque depois vamos trazer coisas para casa que nunca vamos usar que só servem para acumular num canto e mais dia menos dia vão parar ao lixo.

Optamos por ir com eles para os divertimentos que eles mais gostam os insufláveis piscina de bolas e lá está o ponto alto do dia é o espetáculo e o aparecer do ídolo eles: o Panda.

Este ano a configuração do palco era diferente e nós ficamos logo lado da passadeira que permite que os bonecos ficassem mais próximo das crianças. Os miúdos deliraram ao verem o Panda a dançar ali mesmo ao lado. E as mães também temos que confessar não é comadre? Os pais também tiveram o seu momento de felicidade porque o local escolhido para ficarmos dava-lhes uma perspectiva muito interessante do espetáculo e das pernas da apresentadora e das bailarinas.

Mas o momento alto foi aquele em que o Panda saltou do palco e veio abraçar os meninos e dar cinco (quer dizer quatro que o Panda não tem 5 dedos). As nossas duas crianças foram as felizes contempladas com abracinhos e hi-five.

Os compadres.ate beberam uma, vá duas, fesquinhas para celebrar. Porque festival que é festival tem que meter imperial.

A nós compadre! Para o ano há mais!

Já valeu a pena só por isso ver a felicidade no rosto daqueles meninos não tem preço e é inesquecível.

A ressaca do espetáculo resultou para mim em 3 dias de febre e dores de garganta.

Mãe sofre… E não é com o festival do Panda.

Em 2017 vi-te assim

Cada passo que dás, cada conquista, cada descoberta são para mim motivo de orgulho e vaidade ( é verdade sou uma vaidosa com a minha filha).

Continua a crescer assim… Corre, vive, descobre… eu cá estarei para te seguir e amparar sempre que for preciso e mesmo quando já não precisares eu estarei aqui!

Cada vez que olho para ti penso como e possível teres saído de dentro de mim e como é que eu consegui fazer uma coisa tão perfeita!

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Hoje tenho outra mini pessoa para cuidar e amar e não podia estar mais completa!

Apreciar

A vida é muitas vezes dura.

Batemos de frente com realidades que são muitas vezes piores que a nossa.

Mas também convivemos com pessoas que do nosso ponto de vista têm a vida mais fácil que a nossa.

Cada vez mais tenho a certeza que temos que viver cada dia e agradecer a Deus pelas suas bênçãos. Não devemos olhar para o outro e invejar/comparar aquilo que ele tem com o que nós temos.

Para mim ter uma vida boa é desfrutar de coisas pequenas como fazer bolinhos com a filha.

Rir com vontade do fato dela aproveitar a farinha para fazer desenhos. E ao mesmo tempo não deixar de pensar que ela um dia será, quem sabe, uma artista.

Ficar feliz porque ela apesar de não comer bolos insistir em levá-los para a escola para repartir com os amigos.

Sentir que estou a criar um bom ser humano quando ela faz questão e fica feliz por partilhar com os outros.

Dar graças e valorozar os pequenos detalhes, como por exemplo o fato de o Pedro já comer uma bolacha inteira pela mão dele. E ao mesmo tempo já ter a esperteza para a dividir com o cão quando já está farto de comida.

Pensar ao fim de um dia, que não teve nada de especial, que na verdade para mim para ser feliz bastaria que fossem todos assim.

Está bem podiam ser todos assim excepto a chuva que uma mãe tem sempre roupa para secar.

Viva o improviso

Dia de #mãe e #filhos é equivalente a #piquenique na sala.👩‍👧‍👦😍

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Eu ouvi um passarinho

às quatro da madrugada… não me estou a passar, ou então estou, o meu filho lindo resolveu esta noite dar o ar da sua graça.

Estava eu a dormir, não profundamente porque uma mãe não dorme profundamente, e oiço o meu pequeno periquito muito feliz: OLÀAA.

Abro os olhos ainda pedrada do sono e vejo-o a espreitar por cima da borda da cama. O ar dele era tão feliz nem ousei em ficar chateada.

O mais complicado foi convencê-lo a voltar a adormecer, já que para ele o mais interessante era roubar as coisas da minha mesa de cabeceira através das barras da cama dele.

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Parece-me que este fim de semana será dedicado a modificar a cama dele de forma a diminuir a probabilidade dele vir a aterrar de cabeça no tapete.

Mãe sofre, mas é muito feliz!