Está a começar!

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Ora a dificuldade em apertar os ténis está a começar a aumentar!!! Seguem-se dias muito interessantes!

O dia/noite do meu bebé

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dia a dia do bebe na barriga

Acho que as posições favoritas do meu bebé são todas aquelas que implicam empurrar a barriga da mãe. Escolhe fazer a sua “dança” preferencialmente durante a noite quando eu estou a tentar dormir. Boa filho há que garantir que a mãe passa a dormir pouco desde cedo para depois não estranhar!

 

A Família cresceu

Não é novidade para ninguém que a nossa família cresceu, mas a Madalena deu-nos a prova que para ela já somos MESMO uma família maior e que a vinda do irmão é algo que a deixa feliz. Na escola tiveram que desenhar a família e ela foi super despachada e prática fez-nos a nós os 3 e incluiu o irmão.

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O que me deixou muito feliz e surpreendida foi o fato dela me vir contar que nos tinha desenhado e que o irmão também estava, mas que estava fora da barriga. As crianças são simples e isso dá-lhes uma mais valia que nós os adultos perdemos. Nós temos a tendência, pelo menos eu tenho, em complicar e em pensar em mil e uma hipóteses e circunstancias. Se eu já pensei como ia ser a nossa vida depois da vinda do nosso menino, já! Se já nos tinha visto assim, nunca! Eu imagino-o um bebé e nunca um menino grande com o cabelo preto como o pai. Adoro o fato dela me ter desenhado com um vestido colorido, e com o cabelo curto (palavras dela). Já o pai está com umas calças de ganga e uma camisola laranja e parece-me com os braços abertos para nos abraçar a todos.

Assim será filha minha, todos juntos felizes e enroscados nos braços uns dos outros.

 

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Para subir ao Everest da Amamentação tenho que me preparar com o equipamento necessário. Não há garantias que consiga chegar ao topo, mas uma certeza tenho, é que não vou desistir sem dar luta.

Grávida depois dos 35…

Nunca me achei velha… acho que nunca me vou achar… Serei como a minha avó Ofélia que dizia que as outras é que eram velhas. Quando pensei em engravidar novamente é claro que me veio à cabeça a idade que tinha, mas nunca por me achar velha demais para voltar a engravidar, mas porque fiz contas à possibilidade de voltar a ser mãe novamente. Sim eu gostava de ir ao bebé número 3, mas isso digo eu agora que ainda tenho o número 2 no forno.

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Inconscientemente eu sempre pensei que os 40 anos já era aquela idade em que as mulheres são consideradas “velhas” para engravidarem. Todos sabemos que existem mulheres que são mães com idade bem superior a esta, mas na minha cabeça são sempre consideradas excepções e eu nunca me coloquei no lugar delas. Descobri que os 35 anos são considerados como uma espécie de “data-limite” para ter uma gravidez saudável e que potencial de fertilidade da mulher baixa consideravelmente a parir dos 35 anos, mas hoje em dia existem várias ferramentas para contornar esta limitação.

Eu deparei-me com o muro dos 35 anos quando a minha médica de família me disse numa consulta que como já tinha esta idade estava indicada para fazer amniocentese. Caiu-me tudo!!! Como assim, mas isso não era só quando temos 40 anos??

Pois parece que não. Todas as mulheres com 35 ou mais anos estão indicadas, caso pretendam, para fazer anmiocentese no serviço nacional de saúde. Na minha cabeça acenderam todas as luzes vermelhas possíveis, mas sempre esteve presente a minha vontade de não o fazer. Fui encaminhada para o hospital e lá foi apresentado novamente o cenário “terrível” de ser mãe depois dos 35. Mesmo tendo em consideração que podia fazer este exame optei por fazer apenas o rastreio bioquímico combinado e ver o resultado para voltar a pensar na hipótese de fazer a a amnio. Tudo correu pelo melhor, os resultados do rastreio combinado não estão de acordo com a probabilidade dada apenas pela idade, na verdade estão MUITO longe do valor. Mas vou-vos confessar mesmo que tivesse dado um valor próximo eu não optaria pela amnio. Esta gravidez iria prosseguir o seu curso independentemente do que viesse no resultado desse exame. Então para quê submeter-me a um exame invasivo que tem riscos associados.

Dei outra cabeçada no muro dos 35, mas desta vez para o derrubar, quando fui à primeira sessão do curso para a parentalidade no hospital. Na típica apresentação das mães presentes deparei-me com um leque de mães com idades superiores à minha. Nada de estranho, uma vez que este curso é dado no hospital e são apenas as grávidas que têm algum tipo de problema de saúde que são seguidas lá, eu sou só a penetra que aproveitou a possibilidade de aprender mais. Sabe-se também que as mães de idade superior a 35 têm maior tendência a doenças gestacionais, como por exemplo a diabetes e a hipertensão. O que me surpreendeu foi o facto de todas, ou quase todas estarem à espera do seu primeiro filho. Eu sabia que as mulheres são mães cada vez mais tarde, mas nunca me tinha deparado com esta realidade de tão próximo.

Conclusão: velhos são os trapos. E mesmo assim ainda servem para alguma coisa.

Ser mãe é a melhor coisa do Mundo. Nem consigo imaginar como é que e este amor imenso que eu já tenho pela Madalena vai conseguir crescer mais para abraçar outro filho.