Será que funciona?

Depois de eu ter escrito o post sobre o cabelo da Madalena e do pesadelo que era muitas vezes o processo de a pentear, a Inês do Entre M’s sugeriu a Tangle Teezer. Hoje fui ao centro comercial e lá comprei a bela da escova.

Comprei a rosa, mas agora descobri que existe uma colecção da Disney, que sei que a Madalena iria adorar!

Eu já a experimentei no meu cabelo e gostei bastante. Só não gostei da forma dela, talvez porque a escova não tem cabo como as escovas normais. Vamos lá ver se me oriento a usá-la com a Madalena, mas assim de olhar acho que para fazer os rabos de cavalo não deve ser a melhor coisa. Mas descobri agora que existem escovas desta marca com funções diferentes e que esta serve apenas para desembaraçar. Caso pretenda usar para secar o cabelo com ajuda do secador ou fazer penteados existem modelos específicos para essas funções.

 

BellyBuds conheciam?

Pois é uma parvoíce nunca vem só. Descobri que também há esta bela engenhoca que serve apenas para gastar dinheiro mal gasto, do meu ponto de vista. Este não é tão invasivo como o babyPod, mas acho completamente desnecessário.

bellybud

Se quiserem estimular o vosso bebé através da música, podem simplesmente ligar o rádio e ouvirem. O som passa através da barriga e do líquido amniótico, aliás este também serve para proteger os ouvidos sensíveis da criança enquanto ela está em formação. Depois de o bebé nascer também não vão logo espetar com uns headfones nele pois não? então para quê estar com estas merdices.

Para terem mais informações podem ir aqui e já agora este pelo menos é mais barato só custa à volta de 30€.

Baby pod… Como assim?

Ouvi falar desta coisa numa formação para grávidas que estou a frequentar, pois apesar de ser mãe de segunda viagem o conhecimento nunca fez mal a ninguém.

A enfermeira falou nele apenas para dizer que não deve ser usado porque faz mal ao bebé. Como o nome do aparelho me era completamente desconhecido, meti-me a caminho nesses que são os meandros da Internet.

Cá está ele!!

babypod

Pois bem parece que o objectivo é dar música à criança via vaginal… Eu acho que não deve ser lá muito boa ideia, mas isto sou só eu! Então está o miúdo/a descansado da vida lá no quentinho protegido de tudo e vai de espetar-lhe com barulho. Cá para mim é só parvo! Sabe-se que a música estimula os bebés e que eles até reagem à música mas isto é um bocadinho demais.

Vi no site que vende o babypod (e que custa cerca de 150€) que uma das possíveis utilizações é a mãe usar este dispositivo enquanto assiste a concertos e através da aplicação do equipamento a música é transmitida para o bebé de forma mais “real” argumentam eles. Por isso meus amigos se virem uma grávida com um fio a sair das calças ligado ao telemóvel já sabem, ela está a dar música à criança!

Há malta com muita imaginação!

Como “escolher” menino ou menina, segundo o meu marido

Era bom, ou então não, escolher o sexo do nosso bebé. Eu nunca escondi que da primeira gravidez queria uma menina e desta também gostava que tivesse sido uma menina só porque sou forreta como a minha mãe diz. Gostava de poder aproveitar todos os vestidos e saias da Madalena para este bebé. Mas quis o destino que eu fosse agraciada com um rapaz! Fiquei em choque confesso porque só descobri que seria um rapaz já meio da viagem e “normalmente” sabe-se que é um menino mais cedo do que se for uma menina. Passado o choque (que durou apenas uma meia hora) já só penso no meu menino e no como o pai e os avôs o vão convencer de que o futebol é a melhor coisa do mundo.

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Ora o meu marido, cientista e sabedor das coisas da genética, cromossomas e cenas tem uma teoria de como “escolher” o sexo do bebé. Ele até me escreveu um artigo para o meu outro  blog no qual já não escrevo faz tempo. Ora aqui vai um excerto daquilo que ele escreveu para lá:

“É possível usar a ciência para tentar influenciar um pouco as probabilidades de se ter um menino ou uma menina. Se os pais tiverem preferência por um menino é possível tentar prever a ovulação (dias após a menstruação, temperatura do corpo) e tentar “apanhá-la” um pouco mais tarde. No entanto, há que recordar que um óvulo não fertilizado tem um tempo médio de vida de apenas 12 a 24 horas, e a janela de tempo para o fazer com sucesso fica bastante apertada. No caso de os pais terem preferência por uma menina é mais fácil (e mais divertido) manipular estas probabilidades. Uma vez que o objectivo é “apanhar” a ovulação bem cedo, a melhor forma de o fazer é ter relações sexuais mais frequentemente. Assim, durante o período mais fértil (cerca de 10 a 18 dias após a menstruação) a melhor opção é fazê-lo de 12 em 12 horas. Deste modo, mesmo que não tenham uma menina não vão ficar tristes e vão certamente divertir-se bastante a tentar.”

Quer me parecer que ele me enganou…. e diga-se de passagem que desta  vez não funcionou!