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O Carro do Pai
Ontem fui ao IKEA trocar um móvel que o marido trouxe enganado e que só custou mais 35 do que eu queria. Mas isso é outra história. Fui de pendura, coisa que agora é raro porque é no meu carro que está a cadeira da M. e é mais simples ser eu a conduzir do que andar a trocar a cadeira. E verdade seja dita eu gosto muito de conduzir. Tive oportunidade de ir a olhar para os outros carros com outros olhos, não é que não olhe para eles quando sou eu a conduzir. Então ao passar por um carro com um para-sol no vidro lateral traseiro com uma Minnie pensei que fofo que isto ia ficar no meu carro (pois os que tenho são pretos e aborrecidos). Até aqui tudo bem! Quando acabamos de ultrapassar o carro vejo que o condutor é um homem, super másculo e bem parecido. Claro que me desmanchei a rir.
Lá dei por mim com os pensamentos a vaguear… Então um homem super-másculo com uma Minnie no carro só pode ser pai e as figuras o que os pais fazem pelas filhas. O seu símbolo de masculinidade marcado com a delicadeza da sua filha. Só os fazem mais atraentes aos nossos olhos, pelo menos aos meus fazem. Não há nada mais delicioso que ver o meu marido a brincar ao caiu com a M., a dançar como o panda ou a fazer qualquer outra figura ridícula só para a entreter. É nestes momentos que eu tenho a certeza que não podia ter escolhido melhor pai para a minha filha. É nestes momentos em que dou por mim a pensar como eu vos amo. Mas este sentimento de amor pelo homem pai também é despertado em mim quando vejo outros homens pais a tomar conta dos filhos e a brincarem com e como eles.
Bolas estou mesmo lamechas…. raios parta o para-sol da Minnie que me levou a pensar estas coisas.
Mais uma conquista da M.
Malas feitas!
Coração desfeito…
Está custar mais assim. Como o avião é às 7h tive que deixar a M. já hoje na casa dos meus pais. Mais uma noite que não estás comigo mais um pedacinho de mim que morre. Parece que o coração está a ser apertado por um cinto e não consegue bater como se isso fizesse ov tempo parar e não tivesse que partir.
Eu sei sou lamechas
A separação da M.
Agora já estou a sofrer novamente porque vou passar 4 dias fora do país e já sei o que me doí deixá-la. É nestas alturas que eu penso que nós, mães, devíamos ser como os cangurus que têm aquela bolsa na barriga e metia-la lá dentro e levava-a comigo para todo o lado.

