O casamento dela

Hoje enquanto ouvíamos a música do Agir em que ele usou imagens do próprio casamento para o video eu e a Madalena tivemos a seguinte conversa:

Madalena: Oh mãe eu quero casar-me!

Eu: Claro que sim filha, quando fores crescida podes casar.

Madalena: Mas eu quero casar agora!

Eu: Madalena tu és muito pequena, só podes casar quando fores crescida.

Madalena: Mas eu quero casar agora…

Eu: Mas para casar precisas de várias coisas primeiro. Precisas de crescer e de um namorado para casares. 

Madalena: Oh mãe eu namorado já tenho!

Eu: Ai é? Mas quem é o teu namorado?

Madalena: O Tiago, mãe!

Eu: Mas olha que para casares é preciso que ele também queira. Achas que o Tiago quer casar contigo?

Madalena: Não sei, mas tenho que tratar disso!!!

Pronto com esta fiquei arrumada!!!!

Já estou a começar a prever que vou te muitos problemas com esta menina! Ou então não, ela simplesmente sabe bem o que quer e que para isso tem que se meter ao caminho e lutar!

Agora ouçam a musica e sejam felizes!

 

Se o pai vê…

Se o pai vê isto vai querer vestir o miúdo com estas coisinhas.

Confesso que este mobile eu até gosto e era menina (se tivesse tempo livre) para fazer um.

Como “escolher” menino ou menina, segundo o meu marido

Era bom, ou então não, escolher o sexo do nosso bebé. Eu nunca escondi que da primeira gravidez queria uma menina e desta também gostava que tivesse sido uma menina só porque sou forreta como a minha mãe diz. Gostava de poder aproveitar todos os vestidos e saias da Madalena para este bebé. Mas quis o destino que eu fosse agraciada com um rapaz! Fiquei em choque confesso porque só descobri que seria um rapaz já meio da viagem e “normalmente” sabe-se que é um menino mais cedo do que se for uma menina. Passado o choque (que durou apenas uma meia hora) já só penso no meu menino e no como o pai e os avôs o vão convencer de que o futebol é a melhor coisa do mundo.

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Ora o meu marido, cientista e sabedor das coisas da genética, cromossomas e cenas tem uma teoria de como “escolher” o sexo do bebé. Ele até me escreveu um artigo para o meu outro  blog no qual já não escrevo faz tempo. Ora aqui vai um excerto daquilo que ele escreveu para lá:

“É possível usar a ciência para tentar influenciar um pouco as probabilidades de se ter um menino ou uma menina. Se os pais tiverem preferência por um menino é possível tentar prever a ovulação (dias após a menstruação, temperatura do corpo) e tentar “apanhá-la” um pouco mais tarde. No entanto, há que recordar que um óvulo não fertilizado tem um tempo médio de vida de apenas 12 a 24 horas, e a janela de tempo para o fazer com sucesso fica bastante apertada. No caso de os pais terem preferência por uma menina é mais fácil (e mais divertido) manipular estas probabilidades. Uma vez que o objectivo é “apanhar” a ovulação bem cedo, a melhor forma de o fazer é ter relações sexuais mais frequentemente. Assim, durante o período mais fértil (cerca de 10 a 18 dias após a menstruação) a melhor opção é fazê-lo de 12 em 12 horas. Deste modo, mesmo que não tenham uma menina não vão ficar tristes e vão certamente divertir-se bastante a tentar.”

Quer me parecer que ele me enganou…. e diga-se de passagem que desta  vez não funcionou!

Enquanto o bebé não chega…(II)

IMG_0082Ora cá estão mais 5 dicas para não desesperar enquanto esperamos pelo nosso tesouro:

1 – Não ter medo de sentir

A grávida tem todo um novo grupo de sentimentos, ou dizendo melhor tem todos os sentimentos ao mesmo tempo. Não devemos ter medo de às vezes estarmos mais tristes quando se espera que estejamos sempre a sorrir. O estado grávida é conhecido pelo estado da amnésia, acontece com frequência esquecer-mo-nos de beber o chá que estivemos a fazer porque nos apetecia muito. É normal termos a lágrima mais fácil, e bastar um anúncio às fraldas com bebé fofinho para nos fazer chorar. Dizem que tudo passa quando o bebé nasce. Comigo não foi bem assim… a amnésia e o choro fácil ficaram creio eu para sempre! Mas minhas amigas se isto for tudo em demasia e não passar por nada falem com o vosso médico porque pode haver outra causa.

2 – Mimar-se

Eu acredito que este ponto não deve ser feito apenas quando grávida, mas também depois de ser mãe. Tratem de vocês porque quando estiverem rodeadas de fraldas e choros será mais difícil. Não é, nem deve ser impossível de o fazerem quando o bebé nascer. Antes e depois do bebé nascer tirem pelo menos meia hora por semana só para vocês (sem levar o bebé). Dar um passeio, ir ao cabeleireiro, arranjar as unhas, fazer uma massagem o que vos fizer sentir melhor, mais mulher. Acreditem que assim será mais fácil enfrentar a fera e com a auto estima em cima.

3 – Ocupar o “tempo livre”

Tempo livre? Até parece piada, mas não é. Estipulem uma ocupação que não esteja directamente ligada com o a gravidez ou com o parto de preferência que vos tire de casa. Aproveitem para irem beber aquele café com a amiga que à tanto está à espera. Nunca se sabe quando terá tempo e disposição para o fazer depois do bebé nascer.

4 – Antecipar o futuro

Não estou a falar de irem a uma cartomante ver como será horrível a vossa vida depois de nascer a cria! Acreditem não vai ser! Mas refiro-me a planear as compras de mercearia e outras coisas afins que normalmente temos que comprar para manter a nossa casa organizada. O vosso marido por melhor que seja vai também andar todo baralhado com a vinda de um novo membro e compras será a última coisa que ele vai pensar em fazer. Se o bebé nascer de cesariana vão estar na maternidade pelo menos 5 dias, já imaginaram o vosso marido 5 dias sem ir às compras e a fazer comer?!?! Pois o mais certo é chegarem a casa e não haver papel higiénico ou algo parecido. Se vos for conveniente até podem deixar comidas prontas congeladas que vocês e/ou o marido podem descongelar e consumir nos primeiros dias. Acreditem a última coisa que vão querer fazer é chegar a casa e enfiarem-se na cozinha. Também podem pedir ajuda à mãe ou à sogra, mas eu acho que será bom ter sempre um plano B.

5 – Nota a lembrar: Já não falta muito!

Está quase na hora de conhecer o amor da vossa vida. Acreditem que nada se compara ao amor que temos por um filho. Nem quero imaginar como será quando conhecer o meu segundo amor. Independentemente do que possam ouvir da boca das outras pessoas acreditem que estão a fazer um excelente trabalho e confiem nos vossos instintos que serão sempre os melhores. E não se esqueçam, podem ouvir os conselhos das outras pessoas, mas no fim é meter um bocadinho de sal e fazer a receita à vossa maneira. Porque afinal de contas a mãe são vocês e ninguém passou mais tempo com o vosso filho nem o conhece como vós.

Digo-vos por experiência própria, as últimas semanas da gravidez parecem uma eternidade, mas acreditem que se fizerem um bocadinho de cada uma destas coisas vai ser mais leve esta espera (ainda que a barriga e as pernas estejam bem pesadas!).

 

Enquanto o bebé não chega… (I)

IMG_1867Aqui vai a primeira lista de 5 coisas a fazer para não enlouquecer enquanto o bebé não chega. Não sei se eu as conseguirei fazer todas mas são uma sugestão que em teoria funcionará.

1 – Ser Paciente

Eu sei que são quarenta semanas, ou duzentos e oitenta dias, ou seis mil setecentas e vinte horas… (nota-se que andei muito tempo a pensar nisto não nota?), mas não há forma de acelerar o processo por isso o melhor é desfrutar da barriga. Porque acreditem vão ter saudades dela de como se sentiam quando estavam assim em modo balão inchado. Uma segunda gravidez é diferente a barriga é outra o sentimento é outro e a saudade da primeira pança continua.

2 – Esquecer a data prevista para o parto

Não vale a pena andar obcecada com a data em que o bebé está previsto, o mais certo é ele não nascer nesse dia. Ele nascerá quando estiver “preparado” ou quando lhe derem ordem de despejo consoante a circustância.

3 – Descansar!

Ora esta é aquela coisa que todos nos dizem, mas que é para mim a mais difícil de fazer. Algures numa consulta uma enfermeira disse-me o seguinte: ” agora que está grávida tem que descansar mais 1 hora e caminhar mais 30 minutos do que antes”. Eu pensei que bela ideia, mas a verdade é que ser mãe de segunda viagem dificulta esta tarefa porque há sempre qualquer coisa que é preciso fazer. O que estou a tentar implementar é planear períodos de tempo específicos para descansar física e mentalmente. Como dormir durante a noite é complicado tento ir para a cama o mais cedo possível para aproveitar o tempo todo que posso para descansar.

4 – Preparar o ninho

Sim façam o ninho tal como os passarinhos, criem o ambiente propício para receberem o vosso rebento. Mas não exagerem, se a criança nascer e não tiver o quarto todo preparado e cheio de coisas também não vem mal nenhum ao mundo. Eu da Madalena não preparei o quarto dela antes dela nascer, apenas preparei o cantinho dela no meu quarto onde ela ficou até aos 9 meses. Aí dediquei-me a preparar o quarto dela e as coisas com que ela iria brincar de acordo com o que ela já gostava. Aproveitem os últimos 2 meses para lavar e organizar as roupas que foram comprando e ganhando de presente. Esses momentos são sempre agradáveis pois olhamos para aquelas peças tão pequeninas e imaginamos os nossos tesouros dentro deles.

5 – Fazer uma mini lua de mel

A mudança na vida do casal vai ser muito boa, mas é importante que o casal não deixe enredar pela chegada do bebé e o romantismo se perca. De certo será agradável tirar pelo menos uns 3 dias para estarem os 2 sem que o foco seja o bebé, apenas para namorar e curtir momentos a 2. Na minha primeira gravidez tivemos esta “lua de mel”, mas por acaso. Antes engravidar já tínhamos comprado uma viagem a Itália e aqueles dias souberam mesmo bem. Apesar de a Madalena já estar connosco e estarmos sempre a pensar/viver em função dela foi bom passear e namorar a 2. Nesta gravidez ainda pensámos em fazer algo do género, mas ainda não tive coragem de ir passear muitos dias sem levar a Madalena e por isso a lua de mel versão 2 ainda não foi concretizada.

Se ainda não conseguiram remediar o grau de loucura/ansiedade com estas dicas esperem pelas próximas 5.