Primeiro a Carolina agora é esta…

Não era já suficiente a pressão que as recém mães sofrem, directa ou indirectamente, para voltar à forma ou pelo menos terem um aspecto mais apresentável. Vêm estas duas mães, de três crianças, mostrar-nos comuns mortais, que é possível (recorrendo aos meios que cada uma achar melhor) acabar de partir e estar fabulosa.

 

carolina        kate-middleton-11

Graças a estas duas fui rever as fotos que tirei no dia do nascimento da minha filha e vi aquilo que tinha na minha memória ela já era linda e eu estava um belo trambolho. Acho que neste momento, e em todos os outros, da nossa vida cada uma é livre de fazer o que bem lhe der na real gana. Seja estar toda impecável seja simplesmente abandonar a vaidade e deixar os cabelos degrenhados e a franja nos olhos como era o meu caso. Enquanto olhava as fotos lindas que tirei naqueles dias dando atenção aos pequenos detalhes dei graças por não haver quase fotos minhas, porque mesmo nos dias seguintes eu estava miserável. Sentia-me feliz, mas não tinha vontade nenhuma em me arranjar. Não sei se desta vez vai ser assim ou não, mas acho que pelo sim pelo não vou levar uma foto destas duas para me lembrar que sim é possível parir e ficar com muito bom aspecto.

Ser mãe não se pode sobrepor o ser mulher.

Se não estivermos bem, por dentro e por fora, não vamos ter forças para cuidar dos nossos filhos.

Andei a brincar às bonecas

Sempre adorei trabalhos manuais. Não sou muito prendada, mas acredito que se tivesse mais tempo, ou se dedicasse mais tempo a estas coisas até não me saía mal.

Ontem tive que refazer uma almofada que estava rota e com o mexer em retalhos e linhas lembrei-me de como era feliz quando a minha mãe me fazia roupa para as bonecas. Sentia-me muito orgulhosa e vaidosa porque mais ninguém tinha roupas iguais às minhas. Mal eu compreendia, na altura, que a minha mãe me as fazia porque não havia dinheiro para gastar em roupa de bonecas e apenas queria ver a sua filha feliz.

Hoje sou uma pessoa melhor devido a estas pequenas coisas. Os meus pais passaram-me bons valores que eu quero passar aos meus filhos. Não quero que eles tomem tudo como garantido e cheio de facilitismos. Nada disso vão ter que lutar pelas coisas que querem e perceberem o valor e o custo das coisas. Mas isso são outras conversas, agora estava a falar de bonecas e retalhos.

Lá tentei fazer umas roupas para a boneca Ariel que a Madalena escolheu propositadamente para o efeito. A boneca tem um formato de corpo diferente, tem uma cintura fina muito subida, ancas largas e peito pequeno. Felizmente as bonecas agora já têm tipos de corpo diferentes da típica barbie.

Não são as roupas mais perfeitas do Mundo mas, são certamente as que estão mais carregadas de amor e dedicação. Na verdade deu-me muito gozo estar de volta dos panos e das linhas a brincar às bonecas. Quem sabe daqui a uns anos a minha filha faça o mesmo para a sua filha e se lembre deste dia.

Confesso-vos que estou cheia de vontade de voltar a pegar na máquina de costura e voltar a fazer mais coisas.

Quando for velha, se não estiver cegueta, terei sempre ocupação.

O dia/noite do meu bebé

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dia a dia do bebe na barriga

Acho que as posições favoritas do meu bebé são todas aquelas que implicam empurrar a barriga da mãe. Escolhe fazer a sua “dança” preferencialmente durante a noite quando eu estou a tentar dormir. Boa filho há que garantir que a mãe passa a dormir pouco desde cedo para depois não estranhar!

 

A Família cresceu

Não é novidade para ninguém que a nossa família cresceu, mas a Madalena deu-nos a prova que para ela já somos MESMO uma família maior e que a vinda do irmão é algo que a deixa feliz. Na escola tiveram que desenhar a família e ela foi super despachada e prática fez-nos a nós os 3 e incluiu o irmão.

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O que me deixou muito feliz e surpreendida foi o fato dela me vir contar que nos tinha desenhado e que o irmão também estava, mas que estava fora da barriga. As crianças são simples e isso dá-lhes uma mais valia que nós os adultos perdemos. Nós temos a tendência, pelo menos eu tenho, em complicar e em pensar em mil e uma hipóteses e circunstancias. Se eu já pensei como ia ser a nossa vida depois da vinda do nosso menino, já! Se já nos tinha visto assim, nunca! Eu imagino-o um bebé e nunca um menino grande com o cabelo preto como o pai. Adoro o fato dela me ter desenhado com um vestido colorido, e com o cabelo curto (palavras dela). Já o pai está com umas calças de ganga e uma camisola laranja e parece-me com os braços abertos para nos abraçar a todos.

Assim será filha minha, todos juntos felizes e enroscados nos braços uns dos outros.

 

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Para subir ao Everest da Amamentação tenho que me preparar com o equipamento necessário. Não há garantias que consiga chegar ao topo, mas uma certeza tenho, é que não vou desistir sem dar luta.