Adoro dia da CRIANÇA!

Dia da criança, cá em casa é todos os dias, e em breve será dia das crianças.

Nao consigo imaginar o mundo sem elas, especialmente sem esta em especial.

Nem consigo lembrar-me bem como era a vida antes dela entrar na minha vida. Certamente muito mais pobre.

Hoje teve direito a penteado como a princesa Leia a pedido dela. É nestas pequenas coisas que eu vejo que o pai está a puxá-la o lado da força! Não importa, ela será sempre a minha princesa seja qual for a que ela escolha imitar naquele dia.

FELIZ DIA A CRIANÇA.

Estimular o bebé desde o útero

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Tenho lido/ouvido muitas coisas sobre bebés, grávidas e gestação. Com esta injecção de informação descobri coisas que nunca me tinham passado pela cabeça mas que após ouvir falar delas fazem todo o sentido.

É possível começar a estimular os nossos bebés desde que eles estão dentro da nossa barriga em pleno processo de desenvolvimento. São pequenos gestos que promovem uma ligação maior ao nosso bebé. Aqui vou dar-vos pequenas ideias de como começar a estimular os 5 sentidos do vosso bebé (caso estejam grávidas como eu).

 

  • Audição

A audição do bebé começa a desenvolver-se a partir das 16 semanas de gestação. Começa a ouvir a voz da mãe e outros sons a que está exposto. Os bebés conseguem lembrar-se de palavras e até histórias a que estiveram expostos enquanto estiveram no útero. Quando nascem têm a tendência a ficarem mais calmos ao ouvir a voz da mãe ou outro som que já lhes é familiar. Uma sugestão que me foi dada por uma enfermeira da maternidade foi durante a gravidez ouvir uma música, de preferência calma, para usar como trunfo naquelas noites em que o bebé não sossega por nada. Mas por favor não coloquem headphones na barriga ou usem aqueles dispositivos estranhos como os baby pod que têm tudo para serem responsáveis por danos auditivos.

Eu já tentei algumas delas e houve dias em que me senti um bocado tola por estar a falar com barriga, mas que o bebé ouve lá isso ouve. Agora se ele gosta já não sei!

  • Paladar

Ás 21 semanas, o bebé já consegue sentir no líquido amniotico o sabor das coisas que nós comemos. Que é importante fazer uma alimentação equilibrada e variada todas nós sabemos que é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebé, mas também contribui para que o bebé aceite com mais facilidade estes alimentos no futuro.

Se isto é verdade ou não, não sei… da minha primeira gravidez comi montes de chocolate e a verdade é que a minha filha não come mais nenhuma guloseima.

  • Olfacto

Como o olfacto está associado ao paladar, os bebés também conseguem sentir através o líquido amniótico (que irriga todas a suas vias aéreas) os cheiros mais intensos.

  • Visão

Os olhos do bebé com 16 semanas encontram-se suficientemente desenvolvidos para perceberem a luz através da barriga da mãe. Ainda que a luz quase não penetre a pele da barriga é possível que o bebé perceba a diferença de claridade. Se estiverem grávidas durante o verão, mostrem muito a vossa barriga, não a tapem e aproveitem para passear o vosso bebe e os dias bons. Digam lá haverá desculpa melhor para mostrar a pança do que estar grávida?

  • Tacto

Que os bebés são sensíveis ao tato quando estão dentro da barriga não é novidade para ninguém. Mas tinham a noção é desde a 19 semanas de gestação? Assim que o bebé nasce é muito importante fazer o contacto pele a pele. Ou até mesmo depois fazer contacto pele com pele, é essencial para o desenvolvimento saudável do bebé. O o toque é importante para criar uma ligação emocional ao bebé, para estimular a amamentação, para o sono e para que o bebé se sinta seguro perto dos seus.

Colo nunca foi nem nunca será demais cá em casa!

 

 

Grávida ou como quem diz tartaruga!

Fato do dia.

Só te das conta que estás realmente grávida quando alguém diz ” então está quase não é?”

Reviras os olhos e dizes” Nah ainda falta.”

Pensas que vais para casa só com aquela no bucho, mas não!

Não contentes ainda dizem: “como tem uma barriga tão Grande!”

Tudo isto passou ao lado ontem… Só fez eco na minha cabeça hoje de manhã quando me tentei levantar como fazem as pessoas não grávidas e me senti uma tartaruga de pernas para o ar.

Será mesmo que estou grávida ou só uma tartaruga em desenvolvimento é que se sim a carapaça está a crescer para o lado errado!

Não! Eu é que sou a mãe dela.

Antes de mais quero dizer que ela fica e ficará com os avós sempre que ela e eles quiserem. Sei que eles estão lá sempre disponíveis para ficar com ela. Os dois primeiros anos de vida dela ficou com os meus pais em vez de ir para uma creche ou uma ama. E isso vale mais que um camião cheio de ouro. Confio a minha filha (e vou confiar o meu filho) com os olhos fechados aos meus pais. Muitas vezes podemos não estar de acordo na forma de fazer as coisas quando se trata da Madalena mas acabamos sempre por nos entender.

Li o post da Inês no Entre m’s e parecia que tinha sido eu a dizer/escrever aquelas palavras. Além daquilo que ela diz sobre os avós não terem que mudar a vida deles só para meu belo prazer há outra coisa que os avós não são obrigados a fazer. Ficar com a minha filha quando ela está doente.

Tenho a certeza que o fazem com todo o prazer e carinho que ela necessita. Tal como têm feito nestes dias em que ela está em recuperação. Mas a mãe dela sou eu. É de mim que ela deve receber os carinhos quando está a choramingar por lhe doer algo. Sou eu que tenho que lhe limpar o ranho ou vomitado. Também foi para isso que eu escolhi ser mãe. Cuidar da minha filha é algo que eu quero fazer e não algo que eu deva fazer por obrigação. Mas infelizmente a vida não permite que uma mãe falte ao trabalho por da cá aquela palha.

Já cheguei a ouvir, porque se toma como adquirido os avós da Madalena assumiram o barco, mas porque é que ela não fica com os avós? Porque não vão os avós buscá-la?

Apesar de nunca me ter sido feito nenhum comentário ou acusação que envolva o assunto sinto sempre que sou julgada por querer abandonar tudo e só cuidar da minha filha. Até chego a sentir um pouco de culpa, mas momentanea porque a minha filha está e estará sempre primeiro.

2018-04-17 17.58.59

 

 

A resposta que da vontade de dar quando ouvimos estas coisas é:

Porque eu é que sou a mãe dela!